Amendoeiras em flor
Parque Natural do Douro Internacional
A natureza toma conta de velhas ruínas. Lentamente e aos poucos os vestígios deixados pelo homem vão desaparecendo.
Acontece-me várias vezes. As condições estão perfeitas para fazer a foto que penso. Preparo todo o material e saio para o campo. Quando chego ao local, monto todo o material de que preciso e numa caso de uma exposição longa, preparo-me para uma igual espera. Tinha planeado uma exposição de duas horas mas 10 minutos depois de ter iniciado a exposição, apareceram umas nuvens nem sei bem de onde. Aos 45 minutos, acabou a exposição pois só havia nuvens mesmo por cima de mim. Nem sempre tudo corre bem e esta foi mais uma daquelas ocasiões em que temos de tirar o melhor proveito de uma situação que não está a nosso favor. Há que vencer as adversidades para irmos avançando.
Tinha alguma expectativa em ver qual seria a adesão a um encontro deste género onde se fala e se mostra fotografia de natureza. O painel de oradores era diverso e sendo uns menos conhecidos e outros mais, a qualidade marcou presença do princípio ao fim. Para minha surpresa, a sala encheu e o entusiasmo era visível em todos. E tudo organizado apenas por uma pessoa e com o apoio de uma autarquia do interior, da qual pouco se ouvia falar. Vouzela fica agora no mapa da fotografia de Natureza. A prova viva de que não é preciso centralizar para que eventos destes possam vingar. Basta ter qualidade e um público que corresponda. Quanto á comunidade de fotógrafos e entusiastas de fotografia de natureza, correspondeu em força ajudando assim a que a fotografia de natureza em Portugal ganhe mais expressão. Vamos agora aguardar pelo próximo. Parabéns ao João Cosme que tudo fez para que este evento se torna-se numa coisa: Sucesso!
É já neste Sábado que se vai realizar o 1º Encontro de Fotografia de Natureza e Vida Selvagem em Vouzela. A variedade das apresentações é grande e extensa. Uma excelente oportunidade para poder apreciar a fotografia de natureza nos seus vários estilos. Lá estarei para apresentar o meu projecto Gigantes da Floresta. Apareçam e tragam um amigo... ou amiga.. ou os dois. Veja mais informações aqui.
Foram já milhares de fotos que tirei a esta costa. Não me canso de a fotografar.
No próximo dia 29 de Janeiro, irei estar presente em Vouzela, no I Encontro de Fotografia de Natureza e Vida Selvagem onde irei apresentar o projecto Gigantes da Floresta. Um projecto que visa dar a conhecer as árvores notáveis e monumentais do nosso País para que assim as possamos preservar.
As árvores encontram-se entre os seres de maior longevidade neste planeta, com alguns exemplares a atingir os 5000 anos sendo também os seres vivos mais altos de todos.
Em Portugal existe um conjunto de árvores fantásticas, muitas delas desconhecidas do público em geral. Desde o eucalipto mais alto da Europa até Oliveiras com 2000 anos e Sobreiros com 500. É importante preservar e divulgar este rico património natural para as próximas gerações.
2011 é o Ano Internacional das Florestas. A Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) pretende assim alertar para a importância das florestas de todo o mundo, para o seu desenvolvimento sustentável, a sua conservação e a sensibilização das populações para o decisivo papel que desempenham nas nossas vidas, não só a nível social e cultural mas também económico. As florestas devem ser vistas como um bem que a todos diz respeito. Ocupam 31% de toda a área terrestre e são o pulmão do planeta. Geram madeira, combustível, alimento e matérias-primas. Protegem os solos da erosão e controlam o ciclo da água e do clima. São fonte da maior parte da biodiversidade terrestre e possuem um elevado valor paisagístico.
É normal. Quando entramos no mundo da fotografia, alguns palavrões assustam. Este é normalmente um daqueles de que ninguém quer saber, até perceber para que serve. Ler mais...
Estive nos últimos dias no distrito de Bragança a fotografar para um novo projecto que tenho em mãos. O Outono no Parque Natural de Montesinho é surpreendente com os carvalhos, as nogueiras e os castanheiros a colorir de amarelos, castanhos, vermelhos, laranjas e verdes, as encostas do parque. Terra de castanheiros por excelência, aqui podem ser encontrados os castanheiros mais velhos do país, atingindo alguns os 450 anos. Apesar de tudo, a sul do parque encontram-se alguns destes gigantes já secos, testemunhas de melhores tempos.
Por vezes há alturas em que temos de parar e pensar no caminho que estamos a seguir. Se nos afasta ou aproxima dos nossos objectivos. A fotografia nocturna é para mim uma paixão e uma maneira de estar. Divirto-me, relaxo e aprendo cada vez que faço uma foto. Novos projectos se aproximam e com eles, novas técnicas e novos locais. Vamos ver no que dá!
Uma das características geomorfológicas da paisagem cársica são as perdas ou sumidouros. Dá-se esta designação quando um curso de água se perde ou some numa galeria subterrânea.
Fazia já um ano e meio que não montava o telescópio. A ultima vez foi na Starparty Galactica em Montargil. Bastou haver um cometa no céu e fazer dois telefonemas para uns amigos, para nos juntarmos novamente.
Tal como qualquer tipo de vegetação dunar endémica ou autóctone, os Narcisos das Areias (Pancratium maritimum) são fundamentais na consolidação dos sistemas dunares costeiros. Nativos da região mediterrânica e sudoeste europeu, onde são comuns, encontram-se em vias de extinção nas costas do Mar Negro. São plantas da família dos Lírios e cada uma chega a dar 5 a 6 flores entre os meses de Maio e Setembro. As suas sementes assemelham-se a pequenos pedaços de carvão. Por tolerar solos secos e longos períodos de seca, a sua importância é primordial na fixação das dunas. Durante a noite, o seu cheiro é intenso.
A poluição luminosa domina o céu nocturno. Duas horas de exposição no topo de uma das mais altas dunas da Europa. Pinhal do Rei, Marinha Grande