Rotação circumpolar no Ponto da Crastinha. 3 horas de exposição.Pinhal do Rei, Marinha Grande
Esta foi uma das tempestades mais intensas a que já assisti. O difícil era escolher para onde virar as câmaras. A Este estava esta que era a mais intensa. A Oeste desenvolvia-se outra e a vir de Sul uma outra que se veio a revelar ainda mais intensa. Por vezes a proximidade era tal que nem dava para ver os raios a cair. Foi o caso nesta foto. Estas 7 descargas ocorreram todas num espaço de 10 segundos. Espectáculo!
Macro fotografia nocturna no Pinhal do Rei. Numa noite invulgarmente silenciosa, não havia um único animal que fizesse barulho. O objectivo era procurar anfíbios mas com estas condições em que a humidade estava baixa, nem sinal deles. Lanterna apontada às acácias e lá estava este opilião (Leiobunum blackwalli) com cerca de 6 cm (incluindo patas) acabado de jantar.
A iniciativa GLOBE at Night é um projecto com duração de duas semanas que decorre uma vez por ano em Março. Pessoas em todo o mundo relatam quantas estrelas conseguem ver comparando o seu brilho com a constelação de Orion. Depois esses dados são enviados e algumas semanas depois é elaborado um mapa de poluição luminosa a nível global. A iniciativa decorre este ano entre 3 e 16 de Março. Apenas no último ano houve dados sobre Portugal e Espanha. Este ano vamos mudar o cenário. Aguarde por uma noite limpa e mesmo da varanda da sua casa, olhe o céu a Sudoeste e procure a constelação de Orion. Se não souber onde está, procure aqui ou aqui. Visite www.globeatnight.org Vá a Report e preencha os dados. Fácil!
Rastos de estrelas quase em Lua cheia. Esta faz parte de um conjunto de novas experiências que tenho feito nos últimos tempos. 2 horas de exposição.
Há já algum tempo que não fazia um rasto de Lua. A altura em que mais gosto de o fazer é quando a Lua tem 2 a 3 dias de vida após a Lua nova. O objectivo inicial era conseguir o rasto total até ao horizonte mas então vieram as nuvens e tive de terminar a exposição mais cedo. O efeito da Lua a entrar por detrás das nuvens acabou por ser uma agradável surpresa. Uma única exposição.
Em 2010 celebra-se o Ano Internacional da Biodiversidade. Subordinado ao tema "Biodiversidade é vida. Biodiversidade é a nossa vida", a iniciativa decorrerá durante todo o ano no mundo inteiro.
A Tartaruga-de-couro é a maior das espécies de tartaruga. O seu tamanho médio anda por volta dos 2m e e 700Kg de peso. Difere das outras espécies de tartarugas no tamanho mas também na fisiologia. A sua carapaça é composta por tecido macio, que com a sua cor negra-acastanhada lhe dá o nome. Vive em alto mar e apenas se aproxima da costa para desovar. Este espécime era um adulto com 1,60m de comprimento. Apresentava já alguns sinais de decomposição.
Copas com limites definidos. As árvores parecem ter consciência do lugar que ocupam. Apesar da competição parecem respeitar os seus vizinhos.
Constelações são grupos de estrelas que quando ligadas entre si, assumem a forma de um animal, objecto ou seres fictícios. Com a aproximação do Inverno e as temperaturas frias, o céu nocturno apresenta-se mais favorável para a observação dos astros. Nesta imagem e da esquerda para a direita, temos Regulus, a estrela mais brilhante da constelação de Leão. Logo acima o planeta Marte com a sua característica cor laranja. Facilmente visíveis a laranja as constelações de Caranguejo, Hidra (logo abaixo), Cão Menor com Procyon, a sua estrela mais brilhante, uma das estrelas que forma o triângulo de Inverno. No topo, Gémeos e á sua direita talvez a constelação mais conhecida e mais facilmente identificável no céu de Inverno: Orionte com as suas tipícas Três Marias no centro e Betelgeuse, a sua estrela mais brilhante. Sirius, a estrela mais brilhante do céu nocturno no Inverno é a estrela Alfa da constelação de Cão Maior e um dos vértices do triângulo de Inverno. Á sua direita, Lebre e Pomba.
Com o frio a chegar já aos 3º, a diferença de temperatura entre o ar e o solo causa uma névoa com pouca espessura e que circunda as colinas. Os pequenos arbustos rasgam com a sua sombra o fino nevoeiro.
Numa noite de espera ao veados, sem humidade, sem vento e à beira Tejo.
Numa noite sem vento, com Lua alta e num dos locais mais calmos em que já estive.
Fazer um uso correcto da lanterna para pintar com luz não é tarefa fácil. É preciso controlar bem o tempo de iluminação, compreender a reflectividade do objecto a iluminar, qual o ISO indicado, abertura e exposição. Numa sessão fotográfica com o fotógrafo Luís Ferreira quis mostrar onde nos devemos colocar e como isso é feito. O disparo dos flashes sobre mim foi feito pelo Luís. Trata-se de uma única exposição. A foto do "making of" pode ser vista aqui.