Rastos de estrelas quase em Lua cheia. Esta faz parte de um conjunto de novas experiências que tenho feito nos últimos tempos. 2 horas de exposição.Pinhal do Rei, Marinha Grande
Rastos de estrelas quase em Lua cheia. Esta faz parte de um conjunto de novas experiências que tenho feito nos últimos tempos. 2 horas de exposição.
Há já algum tempo que não fazia um rasto de Lua. A altura em que mais gosto de o fazer é quando a Lua tem 2 a 3 dias de vida após a Lua nova. O objectivo inicial era conseguir o rasto total até ao horizonte mas então vieram as nuvens e tive de terminar a exposição mais cedo. O efeito da Lua a entrar por detrás das nuvens acabou por ser uma agradável surpresa. Uma única exposição.
Em 2010 celebra-se o Ano Internacional da Biodiversidade. Subordinado ao tema "Biodiversidade é vida. Biodiversidade é a nossa vida", a iniciativa decorrerá durante todo o ano no mundo inteiro.
A Tartaruga-de-couro é a maior das espécies de tartaruga. O seu tamanho médio anda por volta dos 2m e e 700Kg de peso. Difere das outras espécies de tartarugas no tamanho mas também na fisiologia. A sua carapaça é composta por tecido macio, que com a sua cor negra-acastanhada lhe dá o nome. Vive em alto mar e apenas se aproxima da costa para desovar. Este espécime era um adulto com 1,60m de comprimento. Apresentava já alguns sinais de decomposição.
Copas com limites definidos. As árvores parecem ter consciência do lugar que ocupam. Apesar da competição parecem respeitar os seus vizinhos.
Constelações são grupos de estrelas que quando ligadas entre si, assumem a forma de um animal, objecto ou seres fictícios. Com a aproximação do Inverno e as temperaturas frias, o céu nocturno apresenta-se mais favorável para a observação dos astros. Nesta imagem e da esquerda para a direita, temos Regulus, a estrela mais brilhante da constelação de Leão. Logo acima o planeta Marte com a sua característica cor laranja. Facilmente visíveis a laranja as constelações de Caranguejo, Hidra (logo abaixo), Cão Menor com Procyon, a sua estrela mais brilhante, uma das estrelas que forma o triângulo de Inverno. No topo, Gémeos e á sua direita talvez a constelação mais conhecida e mais facilmente identificável no céu de Inverno: Orionte com as suas tipícas Três Marias no centro e Betelgeuse, a sua estrela mais brilhante. Sirius, a estrela mais brilhante do céu nocturno no Inverno é a estrela Alfa da constelação de Cão Maior e um dos vértices do triângulo de Inverno. Á sua direita, Lebre e Pomba.
Com o frio a chegar já aos 3º, a diferença de temperatura entre o ar e o solo causa uma névoa com pouca espessura e que circunda as colinas. Os pequenos arbustos rasgam com a sua sombra o fino nevoeiro.
Numa noite de espera ao veados, sem humidade, sem vento e à beira Tejo.
Numa noite sem vento, com Lua alta e num dos locais mais calmos em que já estive.
Fazer um uso correcto da lanterna para pintar com luz não é tarefa fácil. É preciso controlar bem o tempo de iluminação, compreender a reflectividade do objecto a iluminar, qual o ISO indicado, abertura e exposição. Numa sessão fotográfica com o fotógrafo Luís Ferreira quis mostrar onde nos devemos colocar e como isso é feito. O disparo dos flashes sobre mim foi feito pelo Luís. Trata-se de uma única exposição. A foto do "making of" pode ser vista aqui.
Earthshine ou Planetshine é o nome que se dá à luz do sol reflectida por um planeta e que ilumina a zona escura de uma ou mais luas. Isto faz com que o lado escuro da Lua fique banhado por uma suave luz, especialmente durante as fases crescentes iniciais. Este fenómeno não acontece apenas no sistema Terra-Lua. Acontece igualmente noutros planetas e suas luas no sistema solar. Esta luz reflectida foi recentemente usada pela sonda Cassini para fotografar partes das Luas de Saturno (ao centro em cima) mesmo quando estas não estavam iluminadas pelo Sol.
Comemoram-se hoje 40 anos sobre um dos feitos mais importantes da humanidade: a ida do homem à Lua. A 20 de Julho de 1969, Neil Armstrong e Edwin "Buzz" Aldrin, foram os primeiros homens a caminhar na Lua, numa transmissão em directo vista por mais de 600 milhões de pessoas. Desde então a exploração espacial tem evuluído a passos largos com novas descobertas que nos ajudam a explicar não só o que estudamos mas também o nosso lugar e a nossa própria origem. Há 40 anos estivemos na Lua. Onde estaremos daqui a 40? Veja o artigo aqui.
A rede de satélites Iridium foi lançada para dar cobertura a uma rede global de telefones via satélite que podiam e ainda podem operar em qualquer ponto do globo. Inicialmente a previsão de lançamento era de 77 satélites, dando assim origem ao seu nome ( o peso atómico do Irídio é 77), mas apenas 66 se encontram em órbita. O rasto e brilho que se vê na imagem é causado pela rotação do satélite e reflexão da luz solar, por uma das suas antenas. É possível saber com grande precisão qual a órbita de determinado satélite, a que horas executa a sua rotação de antenas e qual a intensidade do brilho (magnitude). Este satélite em particular é o Iridium 19 e o seu brilho aparente foi de magnitude -8.